Do Dia do Pai

Drew Barrymore e Robert    de Niro, no filme Everybody's Fine
Drew Barrymore e Robert de Niro, no filme Everybody’s Fine

A minha relação com o meu Pai vai para lá da relação pai e filha. Nós somos acima de tudo companheiros. E isto aconteceu porque quando andava na faculdade, como estudava em Lisboa e era lá que o meu Pai trabalhava, eu ia e vinha com ele. Acabávamos por tomar deliciosos pequenos-almoços juntos e muitas vezes usufruíamos ainda um do outro à hora do almoço. Durante este tempo conversávamos bastante. Lembro-me que as longas filas de trânsito de regresso a casa assim o permitiam.

Apesar do meu Pai ser conservador é uma pessoa que entende as coisas e com quem é fácil falar. Nunca foi de grandes demonstrações de afeto (beijos e abraços não são com ele) mas sei que não precisa de o fazer para percebermos como nos ama.

No outro dia alguém me disse que os meus Pais protegeram demasiado os filhos da vida. Sim, concordo. Essa proteção fez com que não estivéssemos preparados para o mundo real. Contudo, ainda hoje essa proteção é o meu porto de abrigo porque não há melhor sensação, depois de um dia mau, de chegar a casa e sentir que ali há amor, muito amor.

Posto isto, só tenho a dizer que o meu Pai é o melhor do mundo. Que sorte a minha!

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